setembro 28, 2011




ocupava-lhe o dia, 
e por vezes a noite, 
um mester de atenção continuada
olhava
sorria
estendia a mão para tocar
sentia
andava
parava
dormia


Olha o artista sem obra! dizia, zombando, quem por ele passava e não via
e ele confirmava, 
o outro não entendia




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